Eleições 2018 - Debate TV Gazeta: Geraldo Alckmin (PSDB)


Confira as propostas apresentadas pelos candidatos durante o debate deste domingo (09/09) na TV Gazeta promovido pela emissora, pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e rádio Jovem Pan.

Geraldo Alckmin (PSDB):

Combate à Corrupção - "O ex-presidente Lula foi condenado em segunda instância e cumpre prisão, e o Aécio Neves nem julgado foi. E nós não passamos a mão na cabeça de ninguém. A lei é para todo mundo. Quem deve, deve responder e deve ser punido. Quem não deve, deve ser absolvido. É isso que a população deseja. Em relação ao caso de um promotor aqui em São Paulo, é muito estranho ele entrar com um pedido de ação porque esse assunto já foi para o STJ, e o STJ já disse que não tem nenhum caso de improbidade administrativa e essa é a posição também do Ministério Público. Estranho que isso ocorra a menos de 30 dias das eleições. Eu não tenho só ficha limpa, eu tenho vida limpa, 40 anos dedicados à vida pública, meu patrimônio é o mesmo, moro no mesmo apartamento há 30 anos, abri mão de aposentadoria de deputado estadual, de deputado federal, e o que herdei do meu pai vou deixar para os meus filhos: um nome honrado."

Reforma Política - "Entendo que precisa haver a reforma política porque estamos num ambiente político totalmente errado. Só no Brasil para ter 35 partidos. Diminuir partidos, ministérios, senadores, deputados, privatizar, enfim, uma grande reforma do Estado."

Combate ao Crime Organizado - "São Paulo tinha em 2001 13 mil assassinatos, talvez o candidato [Henrique Meirelles] não saiba. Nós reduzimos para 11 [mil], 9 [mil], 7 [mil], 5 [mil] e no ano passado foram 3,5 mil. Nós saímos do 25º estado mais perigoso para o mais seguro do país, com menor indicador. Com inteligência, tecnologia, software de inteligência, investigação, investimento no sistema prisional. Enquanto o governo do Lula, o governo federal não tinha uma penitenciária de segurança máxima, nós tínhamos 3 e atendemos ao governo federal e aqui ficaram grandes traficantes. Nós vamos levar isso para o Brasil inteiro, vamos ajudar todos os estados, vamos ter uma agência nacional de inteligência, unir a inteligência da Polícia Federal, das Forças Armadas, da Abin, da Polícia Rodoviária Federal e dos estados. Vamos ter uma guarda nacional em caráter permanente, não essa Força Nacional que empresta policial de um estado para o outro, mas uma guarda nacional permanente, com força-tarefa para as 50 cidades mais violentas."

Penitenciárias - "Questão de segurança pública é absolutamente prioritária. No ano passado nós tivemos 63 mil assassinatos no Brasil, um triste recorde. Muito voltado à questão do tráfico de drogas, tráfico de armas e problemas nas fronteiras. Eu vou trabalhar firme tendo agência de inteligência, integrando as inteligências para a questão das fronteiras, informação, inteligência. Trabalhar com os países vizinhos, crime não tem fronteira. Nós somos vizinhos de grandes produtores de droga do mundo. Tráfico de drogas, tráfico de arma, toda a prioridade nisso. Endurecer a legislação contra o crime organizado, penitenciária de segurança máxima. O governo federal só tem cinco penitenciárias, e só quatro praticamente que estão efetivamente funcionando. Aqui em São Paulo nós investimos, 90 mil presos trabalham e estudam. As penitenciárias de segurança máxima todas com bloqueador de celular, todas as penitenciárias com scanner, com fechamento de portas automáticas. Vamos investir. Não tem como ter um bom sistema de segurança se não tiver um bom sistema de segurança pública."

Considerações Finais - "Agradecer a você que está nos acompanhando até este final do debate. Dizer que tenho até mesmo, antes de ser candidato à presidente da República, e esse também é o pensamento de uma mulher corajosa, batalhadora, como é a Ana Amélia, a nossa candidata a vice-presidente da República, que nós temos defendido a pacificação. Apenas unidos nós vamos conseguir superar os grandes desafios do Brasil. O desafio do emprego e da renda, trazendo investimento, fazendo reformas, tendo uma agenda para o crescimento brasileiro. A agenda da educação, educação de qualidade, da saúde e da segurança. Todas as vezes que o Brasil fez um esforço de pacificação, ele avançou. O Brasil já tem problemas demais, os brasileiros já têm problemas demais, nós não podemos ter um próximo presidente ainda mais problema. Não. É hora de decisão. O Brasil já errou. Nós já erramos e vimos as consequências. Nós estamos preparados para fazer um grande esforço de união nacional, em torno da mudança política, da mudança tributária, da reforma do estado brasileiro, para que o país se encontre e seja uma grande nação."

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